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Vinhos Napa Valley – Vinícola Artesa

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Continuando nossa viagem pelas vinícolas no Napa Valley na Califórnia, e iniciando nosso segundo dia na região e neste dia focando mais especificamente nos vinhos de mesa, principalmente os aclamados Cabernet Sauvignon e Pinot Noir do Napa Valley.

Escultura do Artista Gordon Huether na Artesa Napa Valley

Começamos o dia visitando uma das mais belas e interessantes vinícolas de toda a região. A Vinícola Artesa que se auto-intitula de “The Jewel of Carneros” ou a Jóia de Carneros. Localizada ao Sul do Napa Valley, nos contrapés das colinas da renomada AVA Carneros, trata-se de uma vinícola de cerca de 145 hectares de parreirais próprios dentro de um dos terroirs mais premiados e reconhecidos dos Estados Unidos.

Esculturas na Entrada da Artesa em Carneros / Napa Valley

Como era uma segunda-feira não chegamos a fazer reservas para o tour das 10:30, chegamos ao local cerca de meia horas antes e desta forma conseguimos fazer nossas reservas e desta forma aproveitar tudo o que o local tinha a oferecer.

Entrada da Vinícola Artesa

Para chegar até o local dirigimos através de intermináveis parreirais, carregados de uvas Pinot Noir em pleno processo de Veraíson, isto é quando a coloração dos frutos começa a mudar do verde para o roxo. Além de uvas da casta Pinot Noir, muitos dos parreirais que vimos na AVA Carneros são da uva Chardonnay.

Paisagem Carneros Napa Valley

Como a vinícola fica no alto de uma colina tivemos que subir de carro até lá, a medida que íamos subindo a vista do horizonte da AVA Carneros e do Napa Valley ficava cada vez mais estonteante. E a neblina típica que cobre o lugar nas primeiras horas da manhã se dissipava rapidamente.

Videiras Artesa Napa Valley

Dirigindo pela estrada que dá acesso até a vinícola chegamos ao estacionamento, logo na entrada você da de cara com uma belíssima fonte d’agua rodeada por esculturas, ciprestes e oliveiras. Mais ao fundo emoldurando aquela paisagem os parreirais verdinhos da AVA Carneros. O que confere ao lugar sem dúvida uma das paisagens mais impressionantes de todo o Napa Valley.

MauOscar na Artesa Napa Valley

No trajeto que dá acesso à vinícola você sobe uma escada, na qual existem diversas quedas de água. Um paisagismo impecável que utiliza a água como importante elemento que captura os sentidos da visão, audição e até mesmo olfato dos visitantes.

Uma das inúmeras fontes d’agua na Artesa

 A vinícola é uma verdadeira obra-prima arquitetônica e foi projetada pelo arquiteto Domingo Triay de Barcelona entre 1989 e 1991. A estrutura do edifício lembra uma pirâmide verde com o topo cortado na qual a maior parte das instalações utilizadas para operações de vinificação acabam sendo subterrâneas.

Edifício em forma de pirâmide com o topo cortado

A idéia do arquiteto na concepção deste edificio foi impactar da menor forma possível a paisagem existente no local. Tanto que este foi um dos primeiros Green Buildings e provavelmente um dos primeiros a utilizar gramíneas nativas na construção civil nos Estados Unidos, muito antes de a palavra sustentabilidade virar moda entre os arquitetos.

Vinícola em forma de Meia Pirâmide – Projeto de Domingo Triay

Desde aquela época isso já refletia o foco que a vinícola buscava na sustentabilidade e a tentativa de ser o mais (Environmental Friendly) verde possível na produção de seus vinhos. Uma das coisas interessantes desta história é que a contrução foi feita de tal forma que não é necessário o uso de refrigeradores/aquecedores para manter a temperatura da área onde se encontram os barris de carvalho. Ao longo do ano esta flutua entre 55 e 65 graus Fahrenheit, isto é em torno de 12 a 19oC. A única coisa que eles utilizam são umidificadores de ambientes para manter a umidade constante na casa dos 80%, o que auxilia os barris de carvalho a “respirar”e desta forma envelhecer os vinhos com qualidade.

Colinas do Entorno da Vinícola

Além disso, olhando-se de fora a contrução parece totalmente integrada à paisagem do local, o cuidado foi tanto que a altura do edificio corresponde exatamente a altura total da colina antes de sua construção. Por sinal o mesmo arquiteto acabou de construir a mais nova unidade do grupo Artesa em Mendoza na Argentina, onde estão sendo produzido vinhos varietals e Bordeaux entre outros.

AVA Carneros no Napa Valley Americano

O Centro de Visitantes é moderno com linhas arrojadas e extremamente clean com iluminação e mobiliário também desenvolvido por Domingo Triay. O local conta com múltiplas áreas de degustação de vinhos e pátios com a deslumbrante vista sobre Carneros. De um dos quais podemos até mesmo avistar a Domaine Carneros. São diversos ambientes capazes de acomodar diferentes eventos de diferentes grupos tudo acontecendo concomitantemente no Centro de Visitantes.

Hall de Entrada da Vinícola Artesa – Projetada por Domingo Triay

A arte esta evidente em todo o edifício, com peças criadas pelo artista local, Gordon Huether. Mas o grande destaque mesmo fica para os espelhos d’agua e as esculturas do artista do lado externo do edifício. O que já vale a ida até o local, nem que seja só para tirar algumas fotos.

Escultura e Fontes d’agua na entrada da Artesa

Enquanto aguardávamos o início de nosso tour pela vinícola, aproveitamos para curtir a vista em um dos terraços da vinícola, curtindo a brisa vinda da San Pablo/San Francisco Bay no solzinho que começava a vencer o nevoeiro do início da manhã.

Parreirais Napa Valley

No horário previsto nosso guia chegou e desta forma começamos nosso tour pela vinícola. A vinícola é propriedade da família Raventos, da dinastia vinícola espanhola Codorniú que há mais de 17 gerações e desde meados do século XV faz do vinho seu ganha pão. Uma tradição que remonta ao ano de 1551, quando a família Codorníu produziu em Sant Sadurní d’Anoia, na região de Penedès de Espanha, a oeste de Barcelona o seu primeiro vinho.

Domaine Carneros vista da Artesa

Entre algumas curiosidades em relação a esta família, em 1872 eles foram os primeiros no mundo a fazer vinhos espumantes pelo méthode champenoise fora de Champagne, o que literalmente revolucionou a indústria de vinhos da Espanha(Processo Cava).  Alguns anos mais tarde, em 1897, a Codorníu foi declarada como fornecedora exclusiva de vinhos para o então rei da Espanha, o Rei Alfonso XIII. Já em 1915, a Codorníu constrói a maior adega subterrânea do mundo, com cinco níveis subterrâneos estendendo-se por cerca de 16 milhas.

Vista da Entrada da Vinícola para o Napa Valley

Com o compromisso e a paixão em produzir vinhos e espumantes de qualidade, a família que possui propriedades em diferentes lugares da Espanha, passou a investir também no exterior e hoje conta com algumas unidades espalhadas pelo mundo, mas esta é a sua única vinícola nos Estados Unidos.

Vista para o exterior da Vinícola

Quando a nova unidade vinícola de Napa Valley abriu em 1991 ela era, assim como a maior parte das outras vinícolas localizadas, ou que plantam suas uvas em Carneros voltada exclusivamente à produção de espumantes. No caso da Cordoniú, como era chamada a vinícola quando inaugurada, a produção era focadada inteiramente de vinhos espumantes pelo processo Cava, a variação espanhola do Méthode traditionnelle.

Terraço externo da Vinícola

Nesta época, entre 1991 e 1997 chegaram a produzir cerca de 35.000 caixas de espumantes anualmente por este processo. Quando então decidiram diversificar a produção, visto que neste ponto, segundo palavras de nosso guia a oferta era muito maior que a demanda o que significou lucros muito abaixo do esperado. Ele citou como exemplo o uso diferenciado de espumantes por europeus e americanos, os primeiros usam este vinho em qualquer ocasião, os americano por outro lado tem como hábito cultural utilizar vinhos espumantes apenas em ocasiões especiais e celebrações para exemplificar porque uma mudança deste porte foi necessária.

Interior Clean e com linhas modernas  da Vinícola

Nesta época também a vinícola foi rebatizada para Artesa, o nome reflexo da herança espanhola que permeia a vinícola, significa “artesanais”, em Espanhol Catalão.

Máquinas Antigas Usadas na produção

Para diversificar o processo e ampliar o portfolio de vinhos produzidos no local foram investidos entre 1997 e 2004 cerca de 10 milhões de dólares. E assim adaptando o processo, hoje o foco principal da vinícola não é mais os espumantes e sim os vinhos finos de mesa.

Espumantes produzidos pelo metodo Cava Espanhol

Continuamos nosso tour pela vinícola, tendo uma visão geral de todo o processo de vinificação. Descemos ao subsolo da vinícola e lá fomos ao local onde as uvas recém colhidas são recebidas na vinícola e onde o processo de vinificação literalmente começa.

Escultura no Interior da Artesa

O local estava tranquilo, mas caso a colheita estivesse acontecendo na época que geralmente acontece aquele seria um dos locais mais movimentados do lugar, especialmente nas primeiras horas da manhã. Mas este ano tudo estava diferente.

Pátio Interno na Artesa

Nosso guia comentou que geralmente no Napa Valley quase não chove durante os meses de Abril até Novembro, este ano a chuva continuou durante Abril, Maio e parte de Junho, o que deixou os produtores bastante apreensivos com o que seria da polinização das flores e consequente formação das uvas caso a chuva continuasse. De fato por cerca de 1 semana à 10 dias a safra 2010 do Napa Valley não ficou comprometida pela polinização inadequada. Além disso o frio atípico levantou uma série de questionamentos entre os produtores. Mas enfim a colheita que deveria estar acontecendo em meados de Agosto só iria acontecer dali cerca de 1 mês.

‘Fonte no exterior da Vinícola

Por outro lado a colheita tardia também tem seus lados positivos e negativos. Se tudo acontecer dentro do planejado os vinhos da safra 2010 poderão ter uma maior complexidade de aroma e sabor. Por outro lado a colheita tardia é um fator complicador na produção dos vinhos, uma vez que à medida que os dias começam a ficar mais curtos com o início do outono e a temperatura não sobe tanto e o nível de açúcares nos frutos ideiais para a colheita são mais dificilmente atingidos.

Escultura na Artesa Napa Valley

Podemos avistar de longe a área onde as uvas recém colhidas no campo chegam à vinícola em enormes “palets”, os quais podem conter até meia tonelada de uvas. Estas uvas assim que chegam a vinícola são “debulhadas”e depois disso são colocadas inteiras para serem fermentadas juntamente com a levedura. Cerca de 80% destas uvas permanecem inteiras neste processo e cerca de 20% são danificadas no “debulhamento”.

Fontes D’Agua

Uma vez dentro dos tanques de fermentação, estas uvas são monitoradas pelo pessoal do laboratório da vinícola, e quando o teor de açúcar residual está em torno 2 – 3 % estas uvas inteiras em fermentação são então prensadas algumas vezes. A pressão então rompe a pele das uvas desta forma liberando o vinho produzido no interior de cada fruto.

AVA Carneros

Segundo nosso guia,” quanto melhor tratada a uva e menor a lesão durante o processo de colheita até esta etapa do beneficiamento, melhor será o vinho“. Desta etapa o vinho é então colocado em barris de carvalho e então colocados para finalizar a fermentação, o processo de envelhecimento e maturação do vinho.

Barris de Carvalho usados no envelhecimento dos Vinhos

Na Artesa existem por exemplo 9 diferentes clones de Pinot Noirs e 9 clones de Chardonnay plantados em Carneros, todos estes 18 diferentes vinhos são produzidos separadamente e colocados separadamente para envelhecer por cerca de pelo menos 8 meses até um ano. Ao final do processo existem 18 diferentes vinhos dos quais alguns são selecionados para compor os vinhos reserve, muitas vezes colocados para envelhecer ainda por mais tempo epodem ficar até 3 anos dentro de barris de carvalho antes de serem engarrafados. Para as uvas Merlot e Tempranillos por exemplo o tempo de envelhecimento é de 18 meses à 2 anos.

Barris de Carvalho usados no processo de fabricação de vinhos tintos

Passamos pela linha em engarrafamento com maquinário importado da Itália que estava engarrafando um vinho Chardonnay naquele momento. Acho que esta foi uma das primeiras vezes que vi uma linha como esta em operação. Mas foi por pouco tempo, alguns minutos depois a linha foi desligada para um intrevalo para os funcionários. Esta linha engarrafa diariamente cerca de 3mil caixas de vinho.

Linha de Engarrafamento de Vinhos

Na seqüência passamos ao local onde se encontram os barris de carvalho com o vinho em processo de envelhecimento. A primeira coisa que nos chamou atenção foi a música do local. Cantos gregorianos são reproduzidos na área dos barris, uma tradição que remonta a uma época em que as vinícolas na Espanha muitas vezes eram localizadas dentro de mosteiros e os barris eram “abençoados” pelo cantar dos monges.

Linha de Envase de Vinhos na Artesa

Segundo diz a “lenda” os cantos gregorianos funcionam como uma bênção ao vinho ajudando a produzir um produto de melhor qualidade, e por isso foi incorporado na vinícola, a musica toca todo dia do início da manhã até o final da tarde. Uma coisa é fato ajudando ou não a música ambiente cria todo um clima diferente. E para dizer a verdade é muito legal apreciar esta música suave.

Etapa de colocação das rolhas de cortiça

Nesta área de barris existem cerca de 8000 barris de carvalho, que um sua grande maioria são de cerca de 60 galões de capacidade. Porém haviam alguns com o dobro deste volume, geralmente utilizados para o envelhecimento dos vinhos reserve, uma vez que eles permanecem mais tempo armazenados e necessitam de uma menor área de contato da madeira com o vinho. Caso contrário o vinho seria demasiadamente amaderado.

Rolhas de cortiça de Portugal prontas para serem utilizadas

No início da produção dos vinhos de mesa na Artesa cerca de 85% dos barris eram de carvalho francês e 15% de carvalho americano. Porém este percentual tem caminhado para quase que a totalidade do uso do carvalho francês. Muito embora um único barril de carvalho francês chegue a custar cerca de 15.000 USD. Mas como o intuito é a produção de vinhos de altissima qualidade o carvalho francês é considerado a melhor madeira para isto.

 

Cada Barril pode custar até cerca de 15.000 USD

Nosso guia ainda comentou sobre o uso de carvalho da Hungria na produção de vinhos, que se olharmos bem um mapa florestal da Europa, trata-se da mesma floresta que existe na França e que se extende até quase o mar Negro. Mas apesar dos preços mais baixos e a qualidade ser semelhante eles optaram em permanecer utilizando quase que exclusivamente o carvalho francês.

Barris de Carvalho Francês, os mais utilizados pela Artesa

Muito embora estejam utilizem algumas barricas de carvalho húngaro na produção de vinho da uva Syrah, o qual segundo nosso guia quase não apresenta diferenças significativas comparando-se com o carvalho francês. Mas isto segundo ele era apenas um teste. Pelo menos na vitivinicultura ainda não se esta utilizando madeira da China.

Barris de Carvalho Francês com capacidade para 60 galões de vinho (ca. 230l)

Estes barris de carvalho são utilizados por até 3 vintages que duram em média 2 anos cada, depois disso estes barris usados são vendidos para vinícolas menores ou serrados ao meio para fins paisagísticos. Ou ainda como lenha para lareira, o qual libera um cheirinho de vinho quando queimada.

Local onde os vinhos são envelhecidos em barris de carvalho tem uma temperatura entre 12 e 19C

Fiquei feliz em saber que pelo fato de o grupo possuir florestas de Cortiça (Quercus Suber) em Portugal, eles não tem planos de substituir as rolhas de seus vinhos pela rosca ou mesmo rolhas artificiais. Eu acho que o vinho perde toda sua identidade não tendo uma rola de cortiça.

Carvalho numa das colinas em torno da Artesa

Atualmente a Artesa produz vinhos com uvas de algumas das melhores AVAs da Califórnia, tais como do Alexander Valley em Sonoma County, Carneros, Atlas Peak e Napa.

 

AVA Carneros

A combinação do clima e da geografia que os franceses chamam Terroire nos EUA chamam de AVA (American Vinicultural Area) que reúne uma infinidade de tipos de fatores edafo-climáticos como tipo de solo, relevo, exposição, drenagem, nevoeiro, chuva e vento. É que faz estas uvas e consequentemente estes vinhos serem tão especiais.

Colinas do AVA Carneros em Napa Valley

Atualmente, a maior parte das uvas da Artesa são produzidas em propriedades próprias. Além da propriedade em Carneros, eles possuem ao norte do Alexander Valley, no condado de Sonoma, uma propriedade de cerca de 200 hectares onde são plantadas as uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, Malbec e Petit Verdot, bem como Tempranillo.

Um dos diferentes ambientes para Degustação na Artesa

Além de uma outra propriedade de pouco mais 90 hectares no Atlas Peak em Napa Valley à uma altitude de 450m dedicados ao cultivo de uvas da casta Cabernet Sauvignon.

Alguns dos Vinhos produzidos pela Artesa

Terminado o tour de quase 50 minutos, passamos a fazer a degustação de 5 diferentes vinhos produzidos ali. Todos excelentes. Como neste dia o Mau era o “designated driver”pude realmente aproveitar a degustação. Tanto a minha como boa parte da dele também. Esse foi só o início da segunda-feira mais alcoólica de toda minha vida.

Taças de nossa degustação de vinhos na Artesa

Mas de fato, os vinhos produzidos alí são excelentes. Os vinhos experimentados durante a degustação foram:

Menu da Degustação após nosso Tour

2009 Limited Release Sauvignon Blanc – Napa Valley

2008 Estate Reserve Chardonnay – Carneros

 

2007 Estate Reserve Pinot Noir – Carneros

 

2005 Limited Release Merlot – Napa Valley

 

2006 Limited Release Cabernet Sauvignon – Napa Valley

 

Veja Também:

 

Para facilitar a vizualização das vinícolas e das atrações que comentei ao longo destes 11 Posts sobre o Napa Valley criei um Mapa no Googlemaps para ajudar no planejamento de quem pretende visitar esta região. Aqueles lugares que visitamos e que estão publicados na forma de Posts aqui no MauOscar estão com o logo do Blog. Aqueles com a taça são outras vinícolas que gostariamos, caso tivessemos mais tempo ter tido a chance de visitar. Enfim basta seguir a legenda. Tin-Tin

Clique no Mapa para ir para o Googlemaps

Todos os Posts da Série Napa Valley:

 Guia Vinícolas Napa Valley EUA – Post Resumo

 Napa Valley – Os melhores dos vinhos dos EUA estão aqui!! 

 Espumantes de Napa Valley – Domaine Carneros

 Espumantes de Napa Valley – Domaine Chandon

 Vinícola V. Sattui em St. Helena – Napa Valley

 Espumantes de Napa Valley – Mumm Napa

 Vinhos Napa Valley – Vinícola Artesa

 Vinhos Napa Valley – Rubicon Estate e os Vinhos de Francis Ford Coppola 

 Vinhos Napa Valley – Castello di Amorosa

 Visitando uma Floresta de Sequóias Petrificadas

 Tanoaria: Como os Barris de Carvalho são Produzidos

 

Posts Relacionados:

 Highway 1 na California: De San Francisco até Santa Cruz

 Sequóias na Califórnia – Uma floresta de gigantes 

 Bento Gonçalves Capital Brasileira dos Vinhos

 

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No Comments
  1. Tiago says

    Muito legal!!!

    Parabéns…

    1. Mauoscar says

      Valeu!!

  2. carlos eduardo nascimento says

    excelente Oscar. parabens. uma aula sobre vinho e sua produção. adorei

    1. Mauoscar says

      Essa série sobre os vinhos do Napa Valley tentei de fato caprichar bastante.. Deu trabalho mas o resultado ficou legal…

      Bjs

  3. […] Dentre as quais a Domaine Carneros, Domaine Chandon, Mumm Napa Valley, Vinícola V. Satuii, Vinícola Artesa, Rubicon Estate e Castello di Amorosa tivemos o prazer de conhecer nesta passagem pela […]

  4. Ehijiro Kawakubo says

    Em abril/2011 estive em Sonoma e Napa Valley e realmente fiquei maravilhado com a vinicola Artesa em todos os aspectos(sede altíssimo nivel, terroir, produção, degustação com muita atenção, qualidade dos vinhos etc…. Pretendo retornar. Voces estão de parabens pela rica reportagem.

    1. MauOscar says

      Ehijiro

      A Artesa foi dentre todas as vinícolas que visitamos no Napa Valley a mais surpreendente de todas.. Adoramos os vinhos e infelizmente raramente encontramos eles para vender nos EUA.. Obrigado pela visita e volte sempre

      Abs

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