Longwood Gardens

O Post de hoje é dedicado a um verdadeiro paraíso para todos os amantes da natureza como eu. Trata-se do Longwood Gardens em Kenneth Square no estado da Pennsylvania, à cerca de 4 kilometros da fronteira com Delaware. O qual fomos conhecer depois de quase uma semana, desde que a Fernanda e o Tiago chegaram para nos visitar aqui nos EUA.

Como era início da primavera, pensei que esse seria sem dúvida um excelente lugar para levar eles para conhecer. Principalmente pelo fato de eu mesmo ainda não ter tido a chance de conhecer o local e por se tratar do início da primavera quando os Narcisos e Tulipas estão nos seus respectivos picos de florada.

Seguimos até o local compramos nossas entradas. Os Ingressos não são lá muito baratos, na faixa de 16 USD por pessoa, no entanto para estudantes com carteirinha válida preço fica em apenas 6 USD. Mesmo com o ingresso custando 16 USD tenho que dizer que uma visita ao lugar vale muito a pena. Mesmo para quem esteja em Philadelphia que não fica mais do que 45 minutos de distância.

Na verdade essa foi a primeira vez que de fato estava entrando no local para conhecer. Na tentativa anterior durante a visita do Diego e Scott (Nossos amigos de Nova York) Eu e o Diego tentamos conhecer o local, mas como estavamos com o Hugo(Buldog Frances) no carro não podemos visitar o local.

Logo na entrada já ficamos impressionados com as tulipas floridas, mas isso era apenas uma prévia do que ainda teriamos para ver la dentro. Para entender melhor como o Longwood Gardens surgiu, nada melhor que conhecer um pouco da história deste magnífico jardim.

Para começar o Longwood Gardens, é hoje considerado como uma das referências mundiais em Horticultura rivalizando até mesmo com outros jardins e jardins botânicos como o Kew Gardens da Inglaterra. Sua beleza, tamanho e imponência faz com que ele seja quase como um jardim real da Europa. Hoje talvez ele seja até mais relevante que muitos deles, onde a única coisa que realmente fica faltando é o castelo.

Por outro lado o conservatório, como é chamado sua estufa principal é algo de se tirar o fôlego. Ao todo o Longwood Gardens têm cerca de 425 hectares, onde são cultivados mais de 11.000 diferentes espécies, híbridos e variedades de plantas. Algo que deixa qualquer pessoa que gosta de Botânica quase que maluco.

Dentro do Conservátório, parte destas plantas são agrupadas em cerca de 22 grupos e distribuidas em diferentes ambientes, levando-se em consideração as exigências fisiológicas das plantas tais como temperatura, umidade, luz entre outros. Bem como ainda levando-se em consideração a taxonomia.

Como a natureza é algo extremamente dinâmico e dada a vasta diversidade de plantas no local, sempre há algo especial florindo ou frutificando para se ver lá. Em Cingapura onde só existiam duas estações no ano: A seca e a das chuvas, todas as vezes que eu ia ao Jardim Botânico encontrava novas espécies, principalmente orquídeas, florindo. Imagine aqui nos EUA com todas as 4 estações do ano bem definidas. Certamente o espetáculo é potencializado em 4 vezes.

Bem voltando na história do lugar, muitas gerações ajudaram a criar Longwood Gardens do jeito que ele é hoje. Mas foi a visão de Pierre S. Du Pont (1870-1954), industrial, conservacionista, agricultor, designer, empresário e filantropo que fez tudo acontecer. Para termos o que é hoje sem dúvida uma das melhores atrações turisticas do Brandywine Valley, e porque não mesmo dizer de Wilmington, Philadelphia e região.

Mas tudo isso não existiria se seu Bisavô Eleuthère Irénée Du Pont (1771-1834) não tivesse emigrado da França para os EUA em 1800 e dois anos mais tarde fundado a companhia química E. I. du Pont de Nemours and Company, hoje a segunda maior indústria química do mundo. E foi aqui em Wilmington Delaware, onde tudo começou com a produção de Pólvora que na época da guerra civil americana supria mais de 60% da demanda.

Pierre transformou a empresa familiar em um dos maiores impérios empresariais que o mundo já viu. Ele além de dirigir a du Pont foi por muitos anos o CEO da General Motors e durante sua gestão a empresa se transformou na maior produtora de veículos do Mundo. E  graça a todo este sucesso e dinheiro, em meados do século 20, usou parte de sua fortuna para desenvolver sua paixão a Horticultura. Longwood Gardens é hoje um legado vivo de S. Pierre Du Pont, que inspira a todos nós através da excelência em:  Horticultura, design de jardins,  educação e artes.

Cerca de 200 anos antes dos du Pont’s comprarem essa terra. Ela era habitada por nativos da tribo Lenni Lenape que caçavam, pescavam e viviam do extrativismo. Porém por volta do ano 1700, a família Peirce, de missionários protestantes compraram terras onde se encontra o Longwood Gardens de William Penn, fundador da Pennsylvania, que chegou aos EUA vindo da Inglaterra em New Castle em 1682.

Assim que a família Peirce comprou esta gleba de terra eles estabeleceram uma fazenda. Quase um século depois Josué e Samuel Peirce começaram a plantar um arboreto de árvores de várias procedências dos EUA na fazenda em 1798, o que pode ser considerado como início do Longwood Gardens.

Em 1906 a fazenda foi então comprada por Pierre S. du Pont para que ele pudesse preservar as árvores que outrora foram plantadas pelos irmãos Peirce e que corriam o risco de serem cortadas para aumentar a área produtiva da fazenda. E desta forma, adquirindo a fazenda Pierre S. du Pont passou a ter um lugar para se dedicar a sua grande paixão, a horticultura. E foi a partir de 1907 até a década de 1930 que Pierre du Pont criou a maioria das coisas que hoje podemos ver em Longwood Gardens.

 Em 1946, os jardins foram entregues a uma fundação criada pelo próprio Pierre S. Du Pont. E após sua morte em 1954, o primeiro diretor do Longwood Gardens foi contratado. Desde então o Longwood Gardens amadureceu sua visão e propósito e hoje é um verdadeiro centro de excelência em horticultura, com inúmeras oportunidades para diversão e até mesmo aprendizagem.

Longwood Gardens deve grande parte de seu sucesso atual, tanto à família Peirce pelo seu interesse ativo pela  história natural. Em 1850, o local já era conhecido como uma das melhores coleções de árvores no país. Quanto a Pierre S. du Pont seu verdadeiro idealizador. Além disso foi também um dos primeiros parques públicos dos EUA em que tanto as qualidades estéticas quanto a sua importância botânica eram preservadas.

A compra da propriedade por Pierre Du Pont, visando salvar as árvores reflete sua paixão pelas plantas e jardins, que vinham desde a sua infância. A família Du Pont sempre teve uma longa tradição em jardinagem, mas foi Pierre, quem viria a ser um dos seus maiores jardineiros.

Só aqui na região norte do estado de Delaware, o segundo menor estado dos EUA, são três os jardins e casas que a família Du Pont construiu e que hoje são atrações turísticas. Duas dessas casas figuram entre as 10 maiores casas construídas nos EUA até a década de 50. Lista esta que entre outras propriedades tem a Casa Branca, a residência oficial do Presidente dos EUA.

Por ser de uma família extremamente abastada Pierre viajou muito, o que abriu-lhe todos os tipos de influências. Nas exposições Universais pelo mundo no século XIX, novas tecnologias lhe foram apresentadas e por ele assimiladas e postas em prática em seus negócios e até mesmo em seus Jardins.Talvez isso ajude a explicar porque Pierre S. du Pont foi um homem a frente de seu tempo que lhe rendeu muito sucesso e ainda multiplicou a fortuna da família.

Diz sua Biografia que aos seis anos de idade, ele foi hipnotizado por uma grande exibição de bombas hidráulicas em ação na Exposição Universal de 1876 na Philadelphia. Aos 19 anos de idade, ele viajou até Paris onde prestigiou a Exposição Universal de Paris com a sua nova Torre Eiffel.  Aos 23 anos esteve na World’s Columbian Exposition em Chicago onde ele além de surpreender-se com arquitetura grandiosa da exibição literalmente se apaixonou pelas fontes iluminadas.

À medida que seus recursos pessoais e experiência profissional cresciam ele começou a construir para si próprio o seu paraíso. Ele desenhou em cima destas inovações técnicas que viu em suas andanças pelo mundo e influenciado por diferentes estilos arquitetônicos boa parte do que vemos hoje em Longwood Gardens.

Tanto que suas impressões de suas viagens também acabaram influenciado uma grande variedade de estilos de jardins que ele construiu em Longwood Gardens, Entre os locais que ele visitou e se inspirou temos: o Hall Horticultural da Exposição Universal de Philadelphia em 1876, o Palácio de Cristal Sydenham na Inglaterra, o labirinto do jardim em Hampton Court e o Royal Botanic Gardens em Kew na Inglaterra.

Bem como suas visitas a mais de 20 vilas italianas e 50 châteaux franceses. Além de seu interesse pela  flora da América do Sul, Caribe, Florida, Califórnia e Havaí. . Isso sem falar em sua extensa coleção de livros de jardinagem e horticultura, especialmente das paisagens européias. Que lhe ajudaram a criar o que hoje podemos ter o privilégio de conhecer neste local.

Pierre S. du Pont, já tinha 36 anos quando comprou a fazenda Peirce e começou a criar o que seria Longwood Gardens. Ele não seguiu nenhum grande plano, ao contrário, foi construindo os jardins aos poucos, começando com o Flower Garden Walk em 1907. Com seus cerca de 600 metros de comprimento, por sinal o primeiro lugar que visitamos em Longwood Gardens e que estava repleto de Tulipas e Jacintos.

Apesar de seus jardins mais tarde serem fortemente influenciados pelos estilos Italiano e Francês, no início ele começou quase como um simples amador do paisagismo, sem um estilo definido, usando apenas flores, arbustos e treliças.

Mas com o tempo e recursos financeiros abundantes Pierre du Pont organizou a primeira de suas muitas festas no jardim. Estas festas se tornaram o destaque da temporada social de verão da região. Pierre sempre investiu muito em procurar formas cada vez mais deslumbrantes para encantar seus convidados. De uma forma ou de outra ostentando tudo aquilo que o Império du Pont tinha a oferecer.

Alguns anos mais tarde foi a estréia do novo Open Air Theatre. Inspirado no teatro ao ar livre no Villa Gori, perto de Siena na Itália. Apesar de ser baseado em um teatro ao ar livre da Itália sua versão era muito maior, como um bom americano Pierre du Pont gostava de coisas grandes.

No ano seguinte, visando surpreender novamente seus convidados, instala fontes secretas que apareciam para fora do palco durante os concertos de música, ópera ou peças de teatro.

Nesta mesma época, visando melhorar o seu conforto quando estava em Longwood, ele mandou ampliar a casa original da fazenda Peirce. Entre as amenidades contruídas para ele nop local temos: uma pista de boliche, portas corta-fogo automáticas e janelas com contrapeso que baixavam para o porão quase sem esforço algum. Na cozinha também haviam diversos diferenciais, entre eles um secador elétrico de panos de prato.

Ele ainda mandou construir no pátio da casa, o seu primeiro jardim de inverno . Sendo essa a sua primeira experiência com a jardinagem em estufa.

Ele deve ter ficado tão satisfeito em ter flores o ano todo que logo mandou construir a maior de todas as instalações em Longwood Gardens, o Conservatório.

Sem dúvida não teria conseguido fazer isso sem sua posição como presidente da du Pont. Ao todo estima-se que ele gastou cerca de 130 milhões dólares na construção, que ocorreu durante a I Guerra Mundial. Se hoje isso é muiiito dinheiro imagine naquela época.

O Conservatório foi inaugurado em 1921, um verdadeiro jardim do Éden perpétuo e sempre verde. Sustentado por óleo combustível e enormes caldeiras.  Se isso não bastasse mandou construir um grande órgão de tubos, que foi substituído por um outro com o triplo de tamanho anos mais tarde. Mas que hoje figura entre os maiores órgãos dos EUA.

Com o Conservatório construído, Pierre volta sua atenção para um outro grande amor antigo. As fontes. Ele mesmo dizia não importa que Longwood Gardens não tenha uma fonte de água abundante e corrente, com energia elétrica, qualquer coisa é possível.

Ele baseou seu Jardim Italiano no Jardim da Villa Gamberaia, perto de Florença, mas ele acrescentou 600 jatos de recirculação de água. No Teatro ao Ar Livre, ele substituiu o antigo sistema hidráulico por 750 jatos luminosos.

Sua obra hidráulica na fonte do jardim em frente ao Conservatório é capaz de bombear 38.000 litros por minuto e jogá-la a uma altura de 4m e iluminado em todas as cores imagináveis. No verão iremos poder conhecer isso em funcionamento.

A conclusão das fontes em meados dos anos 30 marcou o fim das  principais construções durante a vida de Pierre Du Pont.

Já em 1914, com a formação de Longwood, Inc., Pierre estava pensando sobre o eventual destino do imóvel após a sua morte. Em 1937, a Fundação Longwood foi criada para lidar com suas doações. Em 1944, quando sua esposa morreu, e ele estava mais preocupado do que nunca sobre o futuro de Longwood, especialmente por que eles nunca tiveram filhos.

Em 1946 o governo aprovou que a Fundação Longwood, Inc passasse a operar Longwood Gardens “para uso exclusivo do público, para fins de exposição, instrução, educação e diversão.”

Quando Pierre morreu em 1954 aos 84 anos de idade, ele deixou Longwood com uma tradição bem estabelecida em horticultura, empresários experientes (sobrinhos) para tocar os negócios da família, bem como vários curadores para tocar Longwood Gardens, e uma doação financeira de peso.

Desde então um enorme esforço e uma grande quantidade de recursos já foram gastos para converter Longwood Gardens em um jardim com uso público máximo, mantendo o charme da criação de Pierre Du Pont.

Áreas com estufa usadas para cultivar frutas e vegetais foram substituídos por displays hortícolas em 1955. A área de piquenique e viveiro de plantas foram estabelecidas em 1956, mesmo ano em que abriu um centro de orientação e os primeiros guias e mapas foram impressos.

A Casa do Deserto e as 13 piscinas ao ar livre para as Vitórias Regias foram construídos em 1957.

Em 1958 novas estufas foram construídas dedicadas as plantas tropicais. Um programa de melhoramento genético foi iniciado em 1960 e, dois anos mais tarde, um novo Centro de Visitantes com uma loja, auditório, e estacionamento para 1.000 carros além de um campo de golfe foram construídos para atender ao público.

As instalações de produção em estufa foram ampliados em 1963, e mais tarde uma outra grande estufa foi Construída para abrigar as palmeiras, a Palm House.

A Casa Peirce dos Du Ponts foi aberta ao público em 1976.

Como Pierre Du Pont ditou a abordagem estética de Longwood durante sua vida auxiliado por sua esposa e seus jardineiros de confiança. Após sua morte uma gestão profissional foi instituída em 1955, e alguns membros da família Du Pont fazem parte dela. A qual é representada por um comite consultivo de cinco membros da família para ajudar com as questões estéticas.

Que faz com que o Jardim esteja sempre em evolução. Por exemplo na década de 1980, arquitetos paisagistas locais e regionais criaram tanto mostras de jardim indoor, quanto  ao ar livre. Sempre dedicados às últimas novidades em plantas anuais, perenes, rosas, trepadeiras, herbáceas, arbustos e até árvores.

Um Jardim infantil foi inaugurado em 1987 e foi remodelado em 1990. Uma terceira versão expandida foi inaugurada em 2007.

Paisagistas Internacionais renomados também tem obras ali, como a Paisagista Isabelle Greene que criou o Jardim de Prata em 1989. O Brasileiro Roberto Burle Marx e Conrad Hamerman conceberam o Jardim tropical Cascade em 1992, e Ron Lutsko projetou o Jardim Mediterrâneo em 1993.

Comités Consultivos são envolvidos em todos estes projetos que convidam os profissionais que se reúnem regularmente com os funcionários para avaliação crítica das mostras existentes, aprovando idéias e mudanças, sugerindo novas abordagens. Isso garante que todos os problemas possíveis na preservação histórica da horticultura e excelência estética para a manutenção prática, sejam considerados. O resultado é um jardim em constante evolução.

Enfim só pela história do lugar é possível se ter uma idéia do que estamos falando, como estávamos bem no inicio da primavera, as fontes com águas ainda não estavam funcionando, por outro lado o espetáculo das Tulipas compensam a falta disto.

Certamente outros posts deste lugar virão em breve.

Posts Relacionados:

Jardim Botanico de Cingapura e seus 150 anos

Conhecendo o Mundo das Orquídeas

Chinese Gardens

Como Chegar:

Longwood Gardens

1001 Longwood Road, Kennett Square , PA 19348

Mapa no Googlemaps

Índice com todos os Posts do MauOscar

Clique na Logo =>

Siga o MauOscar.com também no:

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

23 Responses to “Longwood Gardens”

  1. Jenny
    29/05/2010 at 3:13 pm #

    EXTRAORDINARIO.
    Estou sem palavras para para externar a grandiosidade e beleza. Acho que o paraiso deve ser assim. Um local de contempLacao e de tirar o folego. LINDO LINDO LINDODDD.

  2. 30/05/2010 at 2:38 am #

    Que lugar mais lindo, Mauro! Que delícia de passeio!!! As fotos, então, nem se fale! Abraço

  3. carlos eduardo nascimento
    30/05/2010 at 7:01 am #

    Oscar. Parabens. perfeito em sua aula de historia e botanica. acho que seu livro está quase prontos. Poderia se Chamar ‘ historia de um botanico ao redor do Mundo”. Estou muito orgulhoso de ter um sobrinho brilhante. um beijo e fica com DEUS. Tio Du

  4. 30/05/2010 at 10:16 am #

    Que fotos lindas! Como adoro flores! Tulipas então… Por incrível que pareça, aqui em Doha encontramos uma varieadade enorme de flores a venda nas floriculturas, mesmo durante o alto verão. Tudo importado, é claro… Acabamos também pagando o preço por isso, mas vale a pena para ter um belo vaso de flores alegrando a casa! O calorão aqui já se instalou, mas ainda encontramos nas ruas alguns canteiros bem floridos, haja água para mantê-los bonitos!
    Um abraço, Ju e Cris

  5. Mauoscar em Dela Where???
    30/05/2010 at 9:43 pm #

    Ju..
    Obrigado pela visita!!
    Como esta o Baby? Tudo de bom para vcs ai!!
    Oscar

  6. Karol Nascimento
    01/06/2010 at 9:54 am #

    Nossa!! Que lugar impressionante!! Muito bacana e parabéns por ter apresentado tão bem esse lindo jardim. Adorei!!

  7. 03/06/2010 at 4:14 pm #

    Que lugar ma-ra-vi-lho-so, Oscar!
    Eu sou louca por plantas, estufas e jardins em geral e esse é fantástico. Nunca tinha ouvido falar, um lugar desses merece mais destaque e você está fazendo justiça a ele, hehe…
    Um abraço!

    • Mauoscar em Dela Where???
      03/06/2010 at 6:50 pm #

      Emília

      O lugar é realmente espetacular!! Eu já visitei jardins, jardins botanicos, estufas etc.. Mas como o Longwood Gardens é dificil escolher outro que chegue a este nível. O melhor de tudo que essa maravilha esta a apenas 13 km de Casa! E todas as vezes que fui la sempre tem algo novo florindo simplesmente demais!!
      Bjos

  8. Otília
    26/12/2010 at 7:25 pm #

    Que lugar maravilhoso…fiquei encantada…parabéns pelas explicações…
    Gostaria de fazer uma pergunta…qdo vc faz um comentário sobre as Poinsséteas..vc diz que tb são conhecidas ai como…bico de papagaio (Aqui outra planta)..aqui como Espírito Santo…certo isso?
    Apenas uma colocação…Parabéns Oscar..adoreiii..Bjos e se cuide

    • Mauoscar
      29/12/2010 at 7:17 pm #

      Oi Otília

      A Poinsétia cujo nome científico é Euphorbia pulcherrima é conhecida popularmente no Brasil tanto como Flor Bico de Papagaio como Flor do Espirito Santo… Embora este último nome seja menos comum.. Aqui nos EUA esta euphorbiacea é conhecida como Poinsettia e Noche Buena 😀
      Obrigado pela visita

      bjs

  9. Manuela
    08/08/2013 at 1:13 am #

    Olá, Mau… A história é uma delícia de ser lida e a paisagem deslumbrante de se apreciar. Estamos indo em 15 de novembro a Philadelphia e vi que fica distante 30km. Vc acha que é uma data que ainda vale a visita?

Trackbacks/Pingbacks

  1. Tulipas « Brasil com Z - 27/06/2010

    […] Visite também um Post sobre o Longwood Gardens […]

  2. Abóboras e o Halloween nos Estados Unidos « Mauoscar - 29/10/2010

    […] uma exposição de abóboras no Longwood Gardens especialmente preparada para o Halloween e Thanksgiving podemos conferir em loco a enorme variedade […]

  3. Natal no Longwood Gardens – Um dos natais mais bonitos dos EUA « MauOscar - 25/12/2010

    […] do Longwood Gardens, que nesta época do ano sedia o “Christmas at Longwood Gardens”. Um evento em nossa opinião, […]

  4. Tulipas – Primavera do Hemisfério Norte « MauOscar - 21/03/2011

    […] primavera do ano passado, podemos apreciar um pouco mais destas lindíssimas plantas no Longwood Gardens, aqui pertinho de casa.. Nada mais nada menos do que 150.000 bulbos de tulipas são plantadas todos […]

  5. Mini ConVnVenção Delaware – A Primeira da história « MauOscar - 18/04/2011

    […] no céu. Saímos para dar uma caminhada pela manhã, fomos almoçar e como não haviamos visitado o Longwood Gardens nesta primavera decidimos passear lá no período da […]

  6. Keukenhof ?! Não Longwood Gardens (FotoBlog) « MauOscar - 28/04/2011

    […] o negócio é se “contentar”com os cerca de 150.000 bulbos da planta plantados no Longwood Gardens aqui pertinho de casa na […]

  7. Atrações em Philadelphia e região – Um Giro pela cidade com o Viaje na Viagem « MauOscar - 30/04/2011

    […]  Longwood Gardens […]

  8. Philadelphia – Roteiro de 2 dias – Parte 2 - 23/07/2011

    […] tempo de visitar que ficam nos arredores da Philadelphia. Uma das que eu acho que vale a pena é o Longwood Gardens e este link leva para um post super completo que o Oscar fez sobre […]

  9. Show de fogos do Longwood Gardens, melhor impossível… [FotoBlog] | MauOscar - 03/09/2011

    […]  Longwood Gardens […]

  10. Festival dos Crisântemos no Longwood Gardens | MauOscar - 15/11/2011

    […] lê e frequenta o nosso Blog já deve ter visto ou lido em algum lugar alguma coisa falando sobre o Longwood Gardens. Considerado um dos melhores jardins botânicos dos EUA e consequentemente do mundo. O Longwood Gardens é na minha opinião, o segundo melhor dentre todos […]

  11. Narcisos, Jacintos, Cerejeiras e Tulipas… Um pouco do início da primavera no Longwood Gardens | MauOscar Blog de Viagens - 03/05/2012

    […]  Longwood Gardens um pouco da história do lugar […]

Leave a Reply