Dicas e Relatos de viagens ao redor do mundo

Schwarzwald

5

Deixamos Freiburg e seguimos em direcao a Waldkirche, paramos no supermercado EDEKA, para tentar achar o Chá de Frutas Vermelhas a granel da Milford, infelizmente acho que deixaram de fabricar, mesmo assim compramos mais alguns chocolates e o chá da mesma marca, mas em sache.

Pegamos a estrada em direcao a Triberg, a cidade onde se localiza a maior cachoeira da Alemanha e também famosa por seus cucos, fomos em direcao ao Fohrental, onde podemos observar diversas casas em estilo da floresta negra, varias plantacoes de maca, e alguns diversos campos floridos, em um determinado ponto da estrada paramos nosso carro para tirar algumas fotos com uma casa típica ao fundo ainda na parte baixa do Vale, para nossa surpresa havia um cercado com diversos veados, animal bastante comum na floresta negra.

Vamos subindo a estrada, cheia de curvas, porem muito bonita, no alto dela havia um refugio, de onde paramos novamente o carro e tínhamos a vista para três vales, num deles por causa da chuva conseguíamos ver um filete de agua correndo.

As estradas na floresta negra são muito bonitas,  sempre em otimas condicoes, atravessando florestas ou campos, num cenário extremamente romântico, que lembra a todo momento os contos de fadas, como chapeuzinho vermelho.

Estávamos nos aproximando de Triberg, e vimos a entrada da trilha que leva a maior cachoeira da Alemanha, esta que corre depois para dentro do vale onde se localiza a cidade.

Finalmente chegamos em Triberg, passamos em frente ao maior relógio cuco do mundo, uma casa em estilo de relógio, em tamanho real, super legal, assim que chegamos ao centro da cidade, vimos a estátua de uma mulher com traje típico da floresta negra, próximo dali se encontra a maior loja de relógios cucos do Mundo , chamada a casa dos 1000 cucos.

Obviamente entramos, como já contei anteriormente, sempre foi meu sonho ter um, infelizmente esses relógios são relativamente caros, em função de toda a mão de obra, riqueza de detalhes e principalmente por ser made in Germany.

Ficamos quase malucos, um relógio mais lindo que o outro, retratando cenas do cotidiano da região da floresta negra. Mas não conseguimos resistir a tentação e acabamos comprando um, obviamente não o mais bonito de todos, pois como sempre o que a gente mais gosta sempre e o mais caro, eu gostaria muito de ter um com um “Forster” um florestal, com uma serraria, ou algo do genero.

Acabamos comprando um com três pêndulos, para quem não sabe esse e um relógio mecânico que funciona através do peso dos pêndulos,  um para o relógio, outro para o cuco que canta de meia em meia hora e o terceiro pêndulo para movimentar o cenário e a musica, o cenário do nosso tem pecas animadas, a roda d’agua e aparecer o limpador de chaminés o “Schornsteinfeger” e o vendedor de relógios cucos da floresta negra “Schwarzwald Uhrentraeger” que mexe o seu guarda chuva , e como pecas estáticas dois cachorros, estava com uma otima relação custo beneficio.

Quando de fato decidimos compra-lo não consigo descrever minha felicidade, acabamos ganhando ainda mais alguns folders referente ao passarinho cuco, por sinal a Ave do ano 2008 na Alemanha.

Já era finalzinho da tarde e seguimos em direcao a Schwenningen pela estrada dos cucos da Alemanha “ Schwarzwaelder Uhrenstrasse” para voltarmos a Spaichingen, no caminho choveu um pouco, na verdade o tempo poderia estar um pouco melhor, mas aproveitamos bastante.

Quando chegamos em Spaichingen, subimos de carro ao “Dreifalkigskeitberg” o ponto mais alto da cidade, que possui uma igreja e um convento, nessa igreja por sinal o Edemar e a Lídia casaram a uns 25 anos atrás. Tiramos algumas fotos e fomos para casa.

Jantamos, o jantar que a Lídia Preparou estava uma delicia como sempre, depois eu a Lídia e o Mau fomos ate a empresa que o Kevin trabalha, pois ele queria nos mostrar como funciona o sistema logístico de onde ele trabalha, voltamos para casa e  logo depois subimos para tomar banho e arrumar nossas coisas, já que teríamos que sair cedo para pegar nosso voo para Singapura  saia as 12:45.

Dia 24 de Abril, dia do nosso embarque para Singapura, acordamos cedo por volta das 05:00 da manha, uma vez que nosso medo era pegar o transito do pessoal indo para o trabalho pela manha em Stuttgart, a Lídia ainda fez questão de fazer café da manha a esta hora, e antes da seis  partimos, a estrada estava sem transito algum, em vários trechos andava a 170 Km/h, passamos por Stuttgart sem maiores problemas.

Logo depois amanheceu, em alguns trechos andava a mais de 200 km/h, lembro que a maior velocidade que andei desta vez na Alemanha foi 217 Km/h. Pegamos a Auto-estrada A6 na altura de Mannheim, passamos ao lado do Circuito de Formula 1 de Hockenheim, logo depois o Mau acordou definitivamente, pois ele de vez enquanto dava umas cochiladas, chegamos ao Aeroporto de Frankfurt antes das 09:30 da manha, super cedo para dizer a verdade.

Abastecemos o carro e fomos entregar ele na locadora de veículos, andamos ao todo mais de 1100 km e gastamos menos de 1 tanque e meio de combustível, como queria ter um carro desse.

Fomos em direcao a Singapore Airlines fazer nosso check-inn, mas este só abria depois da 11:00, ficamos matando tempo pelo aeroporto, depois que abriu o check-inn despachamos nossa bagagem, as duas malas pesando exatemente 20 Kg e 20,5 Kg se tivéssemos pesado em uma balança digital não teríamos acertado o peso, passamos na alfandega, para pegar o carimbo para pegar o Tax Free do relógio.

Passamos pela imigração, pegamos o tax free e ficamos passeando pelo duty free ate dar a hora do embarque, ainda no scan fomos obrigados a deixar o meu pote XXl de nutela, mas tudo bem.Ainda tive que escutar que a culpa era minha tinha que ter colocado na mala. De fato nossa bagagem de mão estava quase pesando tanto quanto as malas que despachamos

Pegamos o nosso Tax Free de apenas 19 EUR, mas mesmo assim e dinheiro, mas se você estiver em cima da hora de embarque não da tempo.

Para nossa alegria o voo atrasou ainda em mais de uma hora, era por volta de 13:30 quando iniciou o embarque, no Voo LH 782/ SQ 25, operado pela Singapore Airlines,  um Boeing 747, que vinha de Nova York, com escala em Frankfurt e destino Singapura, nunca tinha andado em um avião tão grande.

Decolamos por volta das 2 horas da tarde, o serviço de bordo era excelente, o que chamava mais atenção era a roupa das comissarias,  tivemos 3 refeicoes a bordo, tudo estava muito bom.

 

 FINALMENTE SINGAPURA!!!!

Índice com todos os Posts do MauOscar

Clique na Logo =>

Siga o MauOscar.com também no:

5 Comments
  1. Oscar says

    Teste!!!

  2. Dine says

    Sei que já faz muito tempo que escreveu isso mas como na seção contato vc pode para fazer perguntas diretamente pelo post, aqui vai: li sobre o tax free na Alemanha mas disseram que é complicado preencher o formulário e precisa usar uma empresa intermediária no aeroporto que fica com boa parte da porcentagem para ela. Isso é verdade? O formulário é difícil preencher, é em alemão? E eles pagam na hora? Lembro que na Argentina não precisei de intermediario mas sinceramente nem me lembro se preenchi o formulário ou se a loja preencheu para mim… e o desconto tinha sido excelente lá. Um abraço!

    1. MauOscar says

      Dine

      Na verdade o formulário era de fato em alemão. Mas acredito que eu escolhi assim. Acabamos não pegando o Refund pois não tivemos tempo suficiente para isso e precisaríamos cruzar para o outro terminal para mostrar o que compramos para as autoridades da alfândega para eles carimbarem o formulário para aí recebermos o dinheiro.E se não me engano o o lugar ainda estava fechado.
      Mas até onde eu lembro, na Alemanha você pede as notas fiscais com o GST refund e apresenta no aeroporto junto com os bens comprados e ai você recebe o $$ do imposto.. Só não lembro se era em espécie ou de outra forma.. De toda forma isso muito provavelmente tenha mudado nestes quase 4 anos desde que visitamos a Alemanha pela última vez

      1. Dine says

        Agradeço a resposta, li antes da viagem e agora que voltei posso comentar. 🙂 Consegui o refund através da Global Blue, que é a empresa intermediária. Para conseguir o carimbo da alfândega era só apresentar os papéis preenchidos com seu nome, endereço e nº de passaporte se não me engano. (os papéis entregues pelas lojas) Na alfândega eles não conferiram minha mala nem de todos que vi passando por lá para pegar o carimbo. Simplesmente apresentei e eles carimbaram. O guichê da Global Blue ficava ao lado (aeroporto de Frankfurt). Saí com os papéis carimbados, fui no guichê, assinei o que precisava e me pagaram na hora em dinheiro, na moeda que escolhi. Eles ficam com uma porcentagem para eles. Mas dependendo do quanto vc gastou, compensa pegar. 🙂 Um abraço e obrigada pela resposta!

        1. Oscar Risch - MauOscar Blog de Viagens says

          Dine

          Obrigado pelo feedback.. Fico contente que o processo esteja mais simples e prático.. Quando tiver a oportunidade de voltar a Alemanha vou procurar pela Global Blue 😀 espero que tenhas curtido bastante a viagem
          Abraço

Leave A Reply

Your email address will not be published.